Acusado da maior máfia dos concursos no DF há mais de 12 anos mora no Guará

O acusado de um engenhoso sistema para fraudar concursos públicos é morador do Guará II. Hélio Ortiz (foto), ao lado de outros comparsas  foi preso pela primeira vez em 2005, perdeu o cargo no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, e, segundo a polícia, continuou fraudando concursos como se nada tivesse acontecido. Sua ‘equipe’  preparava-se para fraudar o certame do Corpo de Bombeiros do DF. Hélio foi preso novamente na manhã da última segunda-feira (21). No Guará, em relação à comunidade local, mantinha um padrão de vida elevado.

Na coletiva dada na manhã da última segunda-feira (21), o delegado Luiz Henrique Dourado Sampaio, informou que a Polícia Civil do DF vinha investigando Ortiz há vários meses, e que ele nunca teria parada de fraudar concursos públicos.

Para conseguir ingressar pessoas no serviço público de forma fraudulenta, a máfia usava equipamentos eletrônicos, como celulares para repassar gabaritos ou colocava uma outra pessoa para fazer as provas, usando documentos falsos. O preço da ‘propina’ variava, segundo a polícia,  de R$ 5 a R$ mil, e mais pelo menos 19 salários do concursado após ser chamado. (Foto: PC/DF)

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