CEÚ AZUL – Passados mais de seis meses, rua destruída por construtora em Valparaíso continua intransitável

Enquanto o tema foram as ações do Executivo e Legislativo no final do ano, uma demanda antiga chama atenção no Bairro Jardim Céu Azul/Morada Nobre, em Valparaíso de Goiás. Após início das obras de um loteamento comercial em uma das principais avenidas que dá acesso ao bairro, passando em frente à Escola de Ensino Integral Tancredo Neves, o CAIC, após obras de terraplanagem e construção de uma via paralelas, a antiga pista foi destruída e ninguém teve a iniciativa de reconstruí-la. A situação prejudica centenas de motoristas, que fazem verdadeiro ziguezague para transitar no local. Há relatos de muitas batidas e carros quebrados no local. No local o asfalto foi todo destruído, sobrando no momento muita lama e buracos em terra nua.

Desde que terraplanagem foi feita, rua ficou destruída e ninguém tomou providências

Dono de uma borracharia na região, Adiel Carvalho Souza diz que os acidentes são constantes e o movimento em sua loja caiu devido a falta de infraestrutura. “Já falei com um dos encarregados que fizeram essa obra, mas pelo jeito, isso está enrolado”, comentou.

Segundo a Prefeitura de Valparaíso de Goiás, as obras de infraestrutura para a venda dos lotes foram feitas por uma empresa particular, a Agronegócios Urubu, que teria feito parceria com os donos dos terrenos. Foi feita uma avenida, que passa em frente ao CAIC, mas para que a terraplanagem dos lotes fosse feitas, a antiga pista (agora são duas com a nova via) foi toda destruída, mas no contrato estaria dito que a empresa responsável pela venda dos terrenos teria que recuperar a pista que foi destruída, mas isso não aconteceu passados mais de seis meses.

Informalmente, trabalhadores da Zanete Construtora, uma das empresas que fez a terraplanagem disseram que a prefeitura local teria que pagar para a recuperação do asfalto, o que foi negado pelo secretário de Governo, Placido Cunha. “Nós já notificamos a empresa responsável e eles terão que consertar isso”, lembrou.

A reportagem do Blog do Amarildo não conseguiu contato com os donos das empresas envolvidas nas obras.

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