Educação técnica: porta de entrada ao mercado de trabalho

Por Hédio Júnior e Gabriella Bontempo

 

Estimular os jovens a terem um novo olhar sobre o ensino técnico ainda é um desafio no Brasil. Pensar na formação profissional como algo rentável, com chances de colocação no mercado e boas oportunidades de emprego só faz parte da realidade de menos de 10% dos brasileiros entre 20 e 29 anos. Por outro lado, a supervalorização do ensino superior tem o seu revés: um mercado de trabalho saturado, com poucas chances de colocação profissional para o recém-formado.

E se faltam empregos em nível superior sobram vagas no técnico. Diversos setores da indústria sofrem com a falta de qualificação. Áreas como a Eletrotécnica, a Mineração e até a Agropecuária carecem de profissionais com formação. O novo ensino médio, que entrará em vigor nos próximos anos, dá novo peso à educação técnica, que se destacará como uma das áreas de aprendizado opcionais ao estudante.

“É uma grande inovação na flexibilização do currículo. Um dado que nos deixa muito preocupados é a quantidade dos estudantes que acessam o ensino superior: aproximadamente 15%, 16%. O que acontece com os outros alunos que terminam o ensino médio? Ter outras opções dentro das possibilidades da educação regular é tentar atender, também, os projetos de vida do estudante”, explica o coordenador geral de Ensino Médio, da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Wisley Pereira.

 

Oportunidades no DF

Muitos brasilienses não sabem, mas o Distrito Federal conta com uma das principais instituições de ensino técnico e profissional no país: o Instituto Federal de Brasília (IFB). O IFB é uma escola de ensino público com dez campi na capital federal e nas Regiões Administrativas.

O deputado federal Ronaldo Fonseca (Pros/DF) defende a importância de estimular os jovens a buscarem uma formação técnica antes mesmo de se decidirem por um curso superior. “Acho que essa é a saída para o Brasil e para um país emergente. Temos que promover a educação técnica e profissional aos nossos adolescentes e jovens. Depois que o estudante começar a ganhar o próprio dinheiro e a crescer na área escolhida, ele pode, assim, iniciar a faculdade e continuar trabalhando em sua área de atuação”, pontua.

O Instituto Federal de Brasília tem campus no Plano Piloto (Brasília), Ceilândia, Estrutural, Gama, Planaltina, Riacho Fundo, Samambaia, São Sebastião, Taguatinga e Taguatinga Centro.

Confira a localização de cada um deles:

 

Instituto Federal de Brasília – Campus Brasília

Localização: SGAN 610, Módulos D, E, F e G – L2 Norte

Instituto Federal de Brasília – Campus Ceilândia

Localização: QNN 26 Área Especial (entre a Faculdade de Ceilândia da UnB e a linha do metrô)

Instituto Federal de Brasília – Campus Estrutural

Localização: Área Especial nº 01, Quadra 16, Cidade do Automóvel

Instituto Federal de Brasília – Campus Gama

Localização: DF 480, Lote 01 – Setor de Múltiplas Atividades

Instituto Federal de Brasília – Campus Planaltina

Localização: DF 128, Km 21, Zona Rural de Planaltina

Instituto Federal de Brasília – Campus Riacho Fundo

Localização: Av. Cedro, Área Especial 15, QS 16 – Riacho Fundo I

Instituto Federal de Brasília – Campus Samambaia

Localização: DF 460 – Subcentro Leste, Complexo Boca da Mata, Lote 01 (próximo à estação de metrô Furnas)

Instituto Federal de Brasília – Campus São Sebastião

Localização: Áreas Especial 2, S/N, Bairro São Bartolomeu (o instituto fica localizado ao lado do Centro Olímpico da cidade)

Instituto Federal de Brasília – Campus Taguatinga

Localização: QNM 40, Área Especial 01, às margens da BR 070

Instituto Federal de Brasília – Campus Taguatinga centro

Localização: QSD Área Especial 1, lote 04, Edifício Spazio Duo – Pistão Sul (sede provisória

 

Fonte: Agência do Rádio Mais/ Foto: Reprodução da internet

 

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