Guará vive “epidemia” de gente morando nas ruas da cidade

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Até a poucos anos atrás, a preocupação dos responsáveis pelo serviço de reintegração social na cidade, o CRAS, era restrita a locais como a QE 07 (Guará I), QE 26 e arredores do Edifício Consei, no Guará II, onde moradores de rua chamavam atenção.

A situação começou a mudar em 2015, quando um homem fez “moradia” dentro da Praça Central, no Polo de Moda. Depois de um tempo, ele desistiu. Mas isso era apenas um começo.

Este ano o número de moradores de rua, embora não tenha uma estatística oficial, está aumentando na cidade e preocupa moradores e comerciantes.

Na QE 46, apesar da retirada de uma casa de moradores de rua em cima de uma árvores, região abriga pedintes
Na QE 46, apesar da retirada de uma casa de moradores de rua em cima de uma árvore, região abriga pedintes

Há dez dias, o Blog do Amarildo flagrou uma nova espécie de moradia desses moradores. Tratava-se (na época) de uma “casa” em cima de uma árvore, na QE 44. O referido “monumento” foi destruído no dia seguinte pela Administração Regional do Guará, após publicação de reportagem no neste blog. Mesmo assim, moradores de rua continuam em grande número naquela região.

 

No último sábado (06/02) a equipe de reportagem flagrou novamente outra espécie de casa, dessa vez em baixo da árvore. O endereço fica no canteiro central, na entrada do Polo de Moda, perto da Praça da Moda.

Por se tratar de um feriado, não foi possível falar com os órgãos responsáveis na cidade, nem com o administrador regional, André Brandão.

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