JOVENS PROMESSAS DA POLÍTICA – Para Wesley Moura, concorrer pela primeira vez não assusta

O nome do contador e empresário Wesley Moura, 35, que por 15 anos foi morador do Guará, é considerado como jovem promessa na política e deve dar muito que falar. Em visita à Redação do GuaráHOJE/Cidades na semana passada, Wesley garantiu que concorrer pela primeira vez não assusta, e acredita que tem boas chances de ser eleito no próximo mês de outubro. “Quem está lá na Câmara, se não fez até agora, não vai mais fazer e ficará fazendo promessas, então concorrer pela primeira vez é até mais fácil para mim”, resume.

Wesley durante lazer na QI 22 do Guará: apoio a vários projetos

Ele recentemente, abriu no início deste ano a lista de pré-candidatos que estão sendo entrevistados pela equipe do Jornal GuaráHOJE/Cidades. Em breve, o jornal vai ampliar sua atuação nesse segmento e lançará o caderno Eleições 2018, que terá conteúdo exclusivo voltado para o tema.

O trabalho social que vem executando há quase quatro anos, portanto, bem antes de se lançar na empreitada política, levou a direção do jornal a voltar a conversar com ele. Desta feita, para falar mais detalhadamente sobre seus projetos políticos, ações, que acredita ele, dá lhe o aval para entrar na CLDF.

Wesley com Carla Brant, durante visita ao Edifício Três Irmãos, no Guará II

Conhecido por levantar a bandeira dos projetos sociais, esporte, cultura e, sobretudo, ser um ferrenho entusiasta por uma educação de qualidade, Moura, que tem muitos amigos na cidade, foi convidado pelo PSDC para estrear nas eleições, mas ele ainda não se decidiu por qual partido irá disputar uma cadeira na Câmara Legislativa do DF.

Do discurso à prática, ele diz provar sua preocupação também com a segurança nas escolas. Uma mostra disso é o projeto-piloto que desenvolve há alguns anos no Centro de Ensino Fundamental 02, na Vila Estrutural. Lá, em parceria com empresários, com autorização do governo, implementa um serviço biométrico, pelo qual os pais podem controlar a entrada e a saída dos alunos, por meio do celular. Projeto este que pretende expandir a outras escolas da rede pública nas cidades de Ceilândia, Paranoá e Samambaia.

Antigo patrocinador de campeonatos de várzea no qual o Campeonato do Barrão da QI 18 é um dos exemplos emblemáticos, ele pode ser visto onde haja uma manifestação cultural ou esportiva. Através do esporte coleciona amigos fiéis, um deles é o Solano’s Bar. O outro, o Miguel Edgar, da Confraria Guará, este pelo viés cultural.

Wesley Moura, apesar da tarefa de cuidar da empresa de contabilidade que dirige, encontra sempre um tempo para apoiar outras manifestações esportivas ou culturais e visitar a cada uma das cidades, nestes tempos de política, onde se reúne com as comunidades para recolher subsídios ao discutir os problemas de cada região.

Indagado sobre o desafio em estrear na vida política e concorrer com os medalhões, diz que não considera essa nova caminhada tão difícil assim. “Que vai haver muita dificuldade é claro que sim. Mas isso só me  estimula. Percebo que as pessoas buscam por mudanças e renovação na política. Isso só faz com que tenhamos força para mudar isso aí que se vê”.

Wesley no Barrão da QI 22: apoio ao esporte no Guará e respeito às lideranças do meio

“Por meio de meus projetos esportivos e sociais venho colhendo frutos, ou seja, afastando jovens das drogas e dando oportunidades de inclusão social por meio de atividades culturais ou educacionais. Afinal, tudo passa pela educação”, resume, acrescentando que o esporte “É um antídoto contra as drogas e um fator importante na formação social do jovem”.

Em sua caminhada na busca por uma vaga na CLDF, Wesley diz que já faz há mais de quatro anos aquilo que os atuais eleitos muitas vezes não fazem. “Parte de tudo aquilo que conquistamos com nosso trabalho nas empresas da família é devolvido para a comunidade de várias formas, seja apoiando projetos sociais ou colaborando com creches, escolas, entre outras entidades”, comenta. Ele garante que esse trabalho começou mesmo antes de pensar em entrar para a política. “Hoje fazemos aquilo que muitos prometem e não cumprem”, cutuca a quem está há mais tempo na política.

 

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