Logo após anunciar derrubadas, Agefis começa a retirada de invasores e chacareiros do Parque do Guará

POR ZULEIKA LOPES – O início da operação de retirada dos ocupantes ilegais do Parque Ecológico Ezechias Heringer pela Agencia de Fiscalização do Distrito Federal, Agefiz, nesta segunda-feira (9/1) pela manhã foi uma grata surpresa para a comunidade do Guará que há 30 anos luta pela implantação definitiva da unidade de conservação ambiental. O Governo de Brasília acredita que a operação acontecerá no prazo de 30 dias e a presidente da Agefiz, Bruna Pinheiro informou que todos foram notificados e as medidas jurídicas para cercar a operação de toda legalidade possível foram elencadas pelo governo. Serão devolvidas 5milhões e meio de m2 de áreas públicas ao Guará.

Biólogos, ambientalistas, agentes ambientais, líderes históricos da luta pelo parque ecológico, jornalistas e lideranças comunitárias foram convocados para receberem à boa nova por parte dos órgãos ambientais diretamente das pessoas envolvidas no processo de desocupação e implementação do Ezechias. Na próxima sexta-feira 13, acontecerá uma nova reunião no auditório da Administração do Guará, a partir das 20 horas para que todos possam opinar e tomar conhecimento do que está previsto para as áreas que estão em desocupação. Estiveram no Guará a presidente da Agefiz, Bruna Pinheiro, a presidente do Ibram, Jane Klébia, o secretário-adjunto da Secretaria de Meio Ambiente, Cássio Azevedo , o administrador do Guará, André Brandão e o deputado Rodrigo Delmasso.

Operação começou com grande aparato policial
Operação começou com grande aparato policial

A retirada foi iniciada pela área localizada atrás do shopping Casa Park e irá adentrando ao parque. Para que a população do Guará usufrua do parque com total conforto o mirante será reformado e recuperado; uma passarela de acesso ao ParKShopping será construída por dentro do Ezechias, logo  após a revisão do Plano de Manejo; construção de um amplo orquidário e do museu Ezechias Heringer, biólogo que dá nome unidade de conservação por seu trabalho intenso de descoberta das orquídeas raras no local; após o cercamento serão instaladas 30 placas de identificação e duas empresas já foram elencadas para fazer a compensação ambiental com verbas para serem implantados novos equipamentos e na reconstrução da área degradada.

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