NOVO GAMA- Prefeitura realiza operação conjunta para combater o comércio ilegal na cidade

A Prefeitura de Novo Gama informa que está sendo realizado na cidade “a maior operação de combate ao comércio ilegal” de produtos piratas que já ocorreu na região do Entorno do DF. De acordo com o governo local, a ação aconteceu no bairro de Pedregal na chamada Feira do Rolo, e seu objetivo foi o de prevenir e não o de “apreender mercadorias, e, sim, de orientar os ambulantes a regularizar o trabalho ilegal”.

Estima-se que mais de 450 feirantes ocupem a área em dias de comércio intenso, como sábado e domingo. A operação, para obter êxito, contou com o apoio dos agentes da Agência de Fiscalização do DF (Agefis) e da Polícia Militar.

“Durante a operação, foram usados caminhões oficiais do Corpo de Bombeiros para atender as eventuais vítimas de confronto, o que não foi necessário por não haver qualquer tipo de desentendimento com os ambulantes. A corporação policial e de fiscalização contribuiu com carros e caminhonetes oficiais de patrulhamento e, ainda, um helicóptero, que sobrevoou a região para oferecer suporte à operação”, informou a prefeitura.

A prefeita de Novo Gama, Sônia Chaves, acompanhou a operação e destacou que essa medida vinha sendo estudada há mais de um ano. Seu foco, explica a prefeita, é combater o comércio ilegal que ocorre às margens da rodovia DF-290.

“É por isso que a ação representa uma conquista para o município, já que as autoridades municipais tentavam incessantemente coibir o trabalho irregular dos ambulantes”, contou Sônia.

Com o fim da operação, uma grande área que antes era utilizada feirantes, foi desocupada e no local serão, segundo a prefeitura, instalados brinquedos infantis para a população. “Esta operação visa beneficiar toda a população de Novo Gama”, defende a prefeita Sônia Chaves.

O comércio ilegal atrapalha o desenvolvimento econômico das cidades. No Brasil, uma pesquisa do Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostrou que 75% dos participantes de um levantamento admitiram que já compraram de ambulantes ou lojas informais, e que 71% já adquiriram produtos piratas ou imitações de marcas famosas, seja sempre, às vezes ou raramente. Os que nunca compram de comércios informais são 24%, e os que nunca adquirem falsificações, 28%.

Ao deixar de vender produtos legais para exercer o comércio ilegal resulta na baixa arrecadação de impostos que, por sua vez, resulta em menos investimento do poder público nas áreas essenciais, como saúde, educação, segurança pública, e outras.

 

Fonte e foto: AMAB Assessoria de Comunicação

 

 

 

 

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