Professor acusado de pedofilia no Guará não era catequista, garantem membros de paróquia

A informação divulgada pela mídia de que José Antônio Silva, 47 anos, atuava como professor de Catequese na Paróquia Divino Espírito Santo, no Guará 2, o qual está sendo acusado da prática de estupros contra pelo menos 20 crianças com idades entre 4 e 1 0 anos foi negado por membros da igreja, que disseram não se tratar de catequista da paróquia, apurou a reportagem do Blog do Amarildo nesta terça-feira (9).

Embora o desmentido não seja uma posição oficial da igreja, pois o padre Sérgio, responsável pela paróquia, se encontra hospitalizado, alguns integrantes da instituição religiosa afirmam que se tratava de apenas um colaborador. Mas que não fazia mais parte da atividade da catequese.

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Garantem também que nunca ocorreram casos de abusos nas dependências da paróquia. Alguns fiéis que colaboram na congregação disseram que jamais viram qualquer tipo de ação que pudesse se caracterizar como suspeita de abuso. “Surpreendeu-me muito essas denúncias, porque dentro das atividades da paróquia, nunca percebemos nada”, disse um dos fiéis (que prefere não se identificar) que colaboram com algumas atividades na igreja. O fiel garantiu que prefere esperar a apuração completa da polícia, e que daqui para frente prefere não falar mais sobre o assunto.

As denúncias

Os crimes atribuídos pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) ao suposto professor de catequese  vão além da prática de estupros contra pelo menos 20 crinaças entre 4 e 10 anos de idade, apurou o site Metropoles.com. Detalhes revelados pelo delegado-adjunto da 4ª Delegacia de Polícia (Guará), Douglas Fernandes de Moura, indicam que o foragido da Jusitiçapromovia orgias com meninos e meninas e chegou a obrigar que dois irmãos fizessem sexo oral um no outro.

 

 

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