PT tem eleições internas marcadas para o próximo dia 9 de abril

Um dos mais antigos e atuantes partidos políticos no Distrito Federal, o Partido dos Trabalhadores vai mudar toda sua direção em breve. As eleições internas na legenda estão agendadas para o dia 9 de abril, quando serão eleitos os membros dos diretórios do PT no DF.

Antes, porém, em março, a sigla deve apresentar os candidatos ao cargo até o final do mês.

Este ano, por obrigatoriedade, os principais representantes da legenda, como Roberto Policarpo, atual presidente do partido no DF, deixará o cargo  porque já está em seu segundo mandato consecutivo, o que o impede de tentar a reeleição.

Na 9ª Zonal, que abrange Guará e Estrutural, o atual presidente do diretório local Wagner Sampaio anuncia que não será candidato a reeleição, mas deve permanecer como membro a fim de apoiar a legenda, especialmente, para colaborar com o atual mandato de Ricardo Vale, de quem foi coordenador na campanha vitoriosa nas últimas eleições a distrital.

Após o dia 9 de abril, o partido irá realizar um congresso regional, para dar início à escolha do novo presidente nacional do PT.

Na manhã desta terça-feira (21), o presidente do diretório local, Wagner Sampaio, deu entrevista ao jornal GuaráHOJE/Cidades sobre o assunto. Segundo ele, a intenção da legenda é trazer o experiente ex-presidente Lula para presidir o PT nacionalmente.

De acordo com Wagner, o ex-presidente Lula tem a experiência e a tarimba necessárias para a tomada de decisões sobre o futuro do partido, e que hoje tudo que se especula a respeito do ex-presidente são ‘inveja política’.

Em nível local, Wagner informa que sua decisão em não concorrer à eleição é em função de ter mais tempo para se dedicar ao mandato de Ricardo Vale e às próprias eleições de 2018.

Sobre a mudança na presidência regional, ele acredita que seis nomes estão aptos a comandar a legenda. Cita Wasny de Roure, Arlete Sampaio, Geraldo Magela, Ricardo Vale, entre outros.

Enquanto que no Guará, segundo Wagner, o nome mais cotado é o de Socorro Torquato, porém, acentua que não há nada definido. Diz, ainda, que está saindo da disputa pela legenda, para dar oportunidade de alternância de poder dentro do partido.

 

 

 

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