POLÍTICA NACIONAL – Senador Wilder elogia equipe de Temer por superávit em junho 

 A balança comercial da segunda semana de junho, com cinco dias úteis, registrou superávit de US$ 561 milhões, resultado de exportações de US$ 3,490 bilhões e importações de US$ 2,928 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 5,903 bilhões e as importações, US$ 4,529 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,374 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 79,397 bilhões e as importações, US$ 58,361 bilhões, com superávit de US$ 21,036 bilhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).
No Congresso Nacional, em Brasília, o senador Wilder Morais repercutiu a notícia. Ele considera “reflexo positivo do governo de Michel Temer que tem desenvolvido esforços ingentes pela recuperação da economia”. Wilder observou, ainda, que as ações do atual mandatário serão recompensadas. Segundo ele, o mercado está entendendo gradual e rapidamente as medidas de saneamento financeiro. “E elas restabelecerão a confiança e a consequência será o retorno do investimento no País e a geração gradual dos empregos”, diz confiante.
A média diária das exportações da segunda semana chegou a US$ 679,9 milhões, 13,3% abaixo da média de US$ 804,6 milhões da primeira semana, devido à diminuição nas exportações de manufaturados (-18,3%), semimanufaturados (-14,2%) e básicos (-9,2%).
Do lado das importações, houve aumento de 9,8%, sobre igual período comparativo: a média da segunda semana foi de US$ 585,7 milhões, sobre a média da primeira semana, que foi de US$ 533,5 milhões. Isso ocorreu em razão do aumento nos gastos com equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, combustíveis e lubrificantes, automóveis e partes e instrumentos de ótica e precisão.
Mês
Nas exportações, comparada a média até a segunda semana de junho deste ano (US$ 737,9 milhões), com a média de junho de 2015 (US$ 934,7 milhões), houve retração de 21,1%, em razão da queda de produtos básicos (-23,4%) – por conta de farelo de soja, minério de ferro, petróleo em bruto, fumo em folhas, café em grão, soja em grão, carne de frango e bovina -; manufaturados (-22,9%) – devido a óleos combustíveis, açúcar refinado, automóveis de passageiros, autopeças, motores para veículos, máquinas e aparelhos para terraplanagem e perfuração -; e semimanufaturados (-4,3%- pela diminuição de produtos semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, catodos de cobre, óleo de soja, couros e peles, celulose.
Em relação a maio de 2016, a redução foi de 11,8%, em virtude da queda nas vendas de produtos manufaturados (-14,5%), básicos (-12%) e semimanufaturados (-5,5%).
Nas importações, a média diária até a segunda semana de junho de 2016 (US$ 566,1 milhões), ficou 21,3% abaixo da média de junho do ano passado (US$ 719 milhões). Nesse comparativo, decresceram os gastos, principalmente, com siderúrgicos, combustíveis e lubrificantes, veículos automóveis e partes, farmacêuticos e adubos e fertilizantes. Em relação a maio deste ano, houve crescimento de 6,8%, pelo aumento em equipamentos mecânicos, adubos e fertilizantes, eletroeletrônicos e químicos orgânicos e inorgânicos. (Colaboração com texto e foto: Ascom/Assessoria senador Wilder Marais)
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