26 de Setembro, em Taguatinga e Ponte Alta do Gama podem virar Regiões Administrativas

by Amarildo Castro
  • 26 de Setembro: o que nasceu como assentamento vai ganhar urbanização | Foto: Divulgação/Neoenergia
  • Audiências públicas vão discutir propostas com a população antes da consolidação dos projetos

Por Thaís Miranda, da Agência Brasília  | Edição: Chico Neto

O Governo do Distrito Federal deu o primeiro passo para a criação de novas regiões administrativas na 26 de Setembro e na Ponte Alta do Gama. Publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) convoca audiências públicas para discutir as propostas com a população e subsidiar a elaboração dos projetos.

Os encontros, de caráter consultivo, fazem parte da etapa inicial do processo de criação das novas regiões administrativas. O objetivo é ampliar a participação popular e reunir contribuições da sociedade para aprimorar as propostas em discussão.

De acordo com o aviso publicado, as audiências vão permitir que moradores, entidades e demais interessados apresentem sugestões, demandas e considerações sobre a criação das regiões administrativas.

Ponte Alta do Gama: assim como a 26 de Setembro, localidade se expande e já comporta população expressiva, demandando estudos de reorganização | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília  

Durante os debates, haverá apresentação técnica das propostas, seguida de manifestações dos participantes, respeitando critérios de inscrição e tempo de fala. As contribuições serão registradas e poderão subsidiar a versão final dos projetos.

A condução dos trabalhos ficará a cargo da Secretaria Executiva das Cidades, que também será responsável por consolidar as informações coletadas e dar encaminhamento às propostas.

A criação de novas regiões administrativas busca aprimorar a gestão pública e ampliar o acesso da população a serviços essenciais, especialmente em áreas que vêm registrando crescimento populacional e aumento na demanda por infraestrutura.

A 26 de Setembro e a Ponte Alta do Gama são localidades em expansão no Distrito Federal e já concentram um número significativo de moradores, o que reforça a necessidade de estudos para reorganização administrativa dessas áreas.

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