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| Polícia Civil de São Paulo realizou prisão nesta quinta-feira (28), na região central de São Paulo. Segundo os policiais, a mulher responderá pelos crimes de maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência Imagens de coelhos sendo pisoteados. Pintinhos sendo mortos. Violência contra outras espécies de animais. Parece um filme de terror, mas infelizmente, é um caso real. Essas são cenas de uma mulher que torturava e matava animais para vender fotos e vídeos pela internet. Após denúncias do Fórum Animal, ela foi presa nesta quinta-feira (28) pela Polícia Civil de São Paulo, na região Central da capital do estado. Uma mulher foi presa como resultado de investigações que apontaram que ela gravava conteúdos de extrema crueldade contra animais, para vendê-los através de plataformas virtuais utilizadas por clientes na Europa. A operação foi realizada pela Delegacia de Crimes contra os Animais, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), após denúncia encaminhada pelo Fórum Animal, que colaborou com as autoridades no fornecimento de informações para a investigação. “Hoje, nós tivemos esta ação policial que partiu de uma denúncia feita pelo Fórum Animal. É importante que essa mulher e os demais torturadores de animais em todo o Brasil sejam presos, julgados e condenados. As imagens são pesadas”, disse a diretora jurídica do Fórum Animal, Ana Paula Vasconcelos. |
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| Zoosadismo A mulher foi reconhecida por conta de uma tatuagem nas pernas. A polícia aponta que ela vai responder pelos crimes de maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência. “É terrível saber que há grupos criminosos que lucram com o sofrimento e morte de animais, vendendo vídeos e fotos na internet. Reforçamos a importância da atuação integrada entre organizações de proteção animal e autoridades públicas no combate a crimes dessa natureza, considerados de altíssima gravidade”, pondera a diretora jurídica. Durante o cumprimento do mandado de prisão, os agentes apreenderam objetos que teriam sido utilizados nos crimes, incluindo calçados usados nos vídeos. Até o momento, não foram encontrados animais no local da prisão. Crédito das imagens: Divulgação/DPPC/DCCA Fonte: Sistema Comuniquese |
