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| Cultiva Lab vai transformar área urbana em galeria a céu aberto para educação ambiental; projeto é fruto de parceria com Bayer e TikTok |
| Ilustração: Alan Pereira e João Bitencurt |
| O SESI Lab, museu de arte, ciência e tecnologia em Brasília, vai implantar um sistema agroecológico educativo em sua área externa, transformando o espaço urbano em um laboratório vivo de aprendizagem em sustentabilidade, biodiversidade e agroecologia. O Cultiva Lab é uma parceria com a Bayer e o TikTok, que propõe uma experiência inédita na capital federal ao integrar arte, ciência aplicada e paisagismo produtivo em um museu. O lançamento do sistema agroecológico está marcado para o dia 29 de junho, às 8h30. Autoridades e estudantes participarão do evento, plantando as primeiras mudas. Imprensa: jornalistas interessados em acompanhar presencialmente devem se cadastrar aqui. Acesse o press kit do Cultiva Lab “O Cultiva Lab reforça a vocação do SESI Lab como um espaço de aprendizagem viva, onde ciência, educação e sustentabilidade se encontram. Ao transformar uma área urbana em um ambiente expositivo e de experimentação agroecológica, convidamos o público a refletir, na prática, sobre os desafios ambientais do nosso tempo e sobre as escolhas que impactam o futuro das cidades”, afirma Claudia Ramalho, superintendente de Cultura do SESI. Instalado em uma área de aproximadamente 6,2 mil metros quadrados, entre o SESI Lab e a Biblioteca Nacional, o sistema será estruturado a partir de princípios da agroecologia e da agricultura regenerativa, reunindo cerca de 90 espécies representativas de quatro biomas brasileiros: Cerrado, Amazônia, Mata Atlântica e Caatinga. O projeto se conecta à agenda climática contemporânea ao prever monitoramento ambiental e a adoção de práticas que contribuem para a regeneração do solo e o sequestro de carbono, reforçando o papel dos espaços culturais como agentes ativos na discussão sobre futuros sustentáveis. O projeto técnico do Cultiva Lab foi desenvolvido em parceria com o IPOEMA – Instituto de Permacultura e aprovado pelo IPHAN e demais órgãos envolvidos com o planejamento urbanístico. O espaço será permanente, aberto ao público e conectado à programação do museu. Trata-se de mais uma área inserida no programa “Adote uma Praça”, do GDF. Fase 1: Implantação e plantio inicial (1 mês) Preparo do solo, abertura dos berços de plantio e implantação das primeiras mudas, marcando o início do sistema com participação da comunidade. Fase 2: Consolidação do sistema e execução de projeto expográfico (a partir do 6º mês) Crescimento das espécies pioneiras e de ciclo curto, fortalecimento do solo, primeiras colheitas e início das interações ecológicas visíveis. Fase 3: Diversificação biológica e de atividades educativas e expositivas (a partir de 1 ano) Ampliação da diversidade vegetal, maior complexidade do sistema e observação de processos de sucessão ecológica, estratificação da vegetação e interação com tecnologias aplicadas à agroecologia. Fase 4: maturidade do sistema Com árvores de maior porte estabelecidas, o Cultiva Lab atinge sua maturidade ecológica e |