Depois da apresentação feita pela mídia local no Guará onde praticamente 100% dos candidatos tiveram o perfil divulgado, eis que uma candidata ainda não havia sido ‘descoberta’ pela imprensa local. Trata-se de Luciana Mendina, que assim como algumas mulheres candidatas no Distrito Federal, é mãe atípica, e parte de seu projeto para distrital, defende as famílias com esse tipo de demanda.
Filiada ao Partido Novo, Luciana é presidente da Associação Inclusiva e uma das idealizadoras da Lei da Detecção Precoce (LEI 13.438/17, já em vigor no Brasil. Na prática, essa lei de número 13.438/2017 não é uma lei distrital, mas sim uma lei federal brasileira, que foi sancionada em 26 de abril de 2017. Ela altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para tornar obrigatória a adoção pelo SUS de protocolos para avaliar riscos ao desenvolvimento psíquico de bebês de até 18 meses.
Moradora do Lúcio Costa há mais de 12 anos, frequenta a Paróquia São José, onde é vice-coordenadora da Pastoral da Inclusão de Brasília. Mãe de um filho autista nível 1 de suporte, de 26 anos, também pretende lutar por orçamento para a Secretaria da Pessoa com Deficiência.
Luciana pretende investir também na saúde mental do DF, com especial atenção as pessoas que têm depressão. Ela quer ser a mãe atípica que o DF precisa.
Também quer estabelecer como regra o atendimento neuropediatra e psiquiatra nas na futura UPA do Guará e outras no DF, além do mesmo atendimento no Hospital do Guará.