- Histórias reais mostram que autonomia, movimento e propósito continuam sendo preocupações centrais após os 50 anos (Foto ilustrativa de pixabay.com)
Comemorado em 24 de janeiro, o Dia do Aposentado é uma oportunidade importante para ampliar o debate sobre o envelhecimento da população brasileira e os novos significados da longevidade. Dados das Projeções de População do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, de 2000 a 2023, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais quase dobrou, passando de 8,7% para 15,6% da população. Em 2070, cerca de 37,8% dos brasileiros serão idosos, evidenciando a transformação da pirâmide etária e o crescimento de uma geração acima dos 50 anos que segue ativa, conectada e protagonista de suas próprias escolhas.
Nesse contexto, histórias reais ajudam a ilustrar como o envelhecimento ativo vem sendo considerado como prioridade no cotidiano de pessoas na maturidade, em uma fase marcada por autonomia, planejamento financeiro e novas escolhas de vida.
Aos 68 anos, o contador aposentado Sérgio Muniz é um exemplo dessa transformação. Morador de Bragança Paulista (SP), ele mantém uma rotina marcada por caminhadas diárias, interesse por música, esporte e novos aprendizados. “Me considero novo. Sou muito curioso, gosto de mexer nas coisas e tenho vontade de aprender de tudo. Já faz 10 anos que eu me aposentei, mas isso nunca me impediu de continuar me movimentando”, afirma.
Para Muniz, envelhecer bem passa por equilíbrio, organização e planejamento. “A gente tem que trabalhar, descansar, praticar esporte, curtir música e, quando dá, investir. Cuidar um pouquinho de cada parte da vida, mas sempre com atividade física, porque sem ela não dá pra ficar”, diz.
Outro retrato desse cenário vem de Caratinga, em Minas Gerais. Aposentada, Dona Asilia Ferreira de Souza, transformou o talento na cozinha em uma fonte de renda, autoestima e conexão com as pessoas. Empreendedora, vende empadas, escreve poesias e mantém uma rotina marcada por encontros e planos. “Vender empadas só me traz benefícios: no financeiro, na comunicação com as pessoas e, principalmente, na minha autoestima. É o que me faz não ser invisível”, conta.
Para ela, manter-se ativa também é uma forma de reafirmar quem se é e preservar a autonomia. “Descobri que sou capaz de fazer coisas incríveis dentro dos meus limites. Isso me faz tão bem. Eu vivo sorrindo, e todo mundo sabe, é porque eu escrevo”, afirma.
Segundo Guilherme Nunes, gerente de Experiência do Cliente do Banco Mercantil, instituição especializada no público 50+, essa mudança de comportamento tem impacto direto na forma como as pessoas se relacionam com o dinheiro após a aposentadoria. “Cada vez mais, percebemos que a aposentadoria é vivida como uma fase de continuidade e não de ruptura. Planejar o uso dos recursos, organizar a renda e tomar decisões com visão de longo prazo se tornam fundamentais para garantir autonomia e sustentar novos projetos pessoais”, afirma.
Para o executivo, o envelhecimento ativo está diretamente ligado à previsibilidade financeira. “Quando as pessoas têm clareza sobre suas finanças, elas ganham liberdade para escolher como querem viver essa etapa, seja empreendendo, investindo, viajando ou simplesmente mantendo uma rotina com mais tranquilidade”, completa.
Sobre o Mercantil
O Banco Mercantil vem passando por uma importante transformação nos últimos anos, pautada no investimento em inovação, dados, tecnologia e pessoas. Contando com mais de 9,5 milhões de clientes, o banco tem foco no público com 50 anos ou mais, e carrega em seu DNA o propósito de oferecer a seus clientes uma experiência única.
Sustentado por seus talentos, o crescimento dos números vem acompanhado de posições de destaque nos rankings de melhores empresas para se trabalhar em Minas Gerais e na posição de quinto maior pagador de benefícios previdenciários do país.
O banco atingiu o patamar de excelência na pesquisa NPS (Net Promoter Score), que fornece informações sobre fidelidade dos clientes e seu grau de satisfação com crédito e serviços, apurada de forma contínua. A instituição possui uma rede com mais de 350 agências distribuídas em 269 cidades pelo país.