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| Pesquisa da Maximum Boxing, referência em equipamentos para esportes de combate, também aponta os 10 aplicativos mais utilizados pelos brasileiros |
| Embora a atividade física faça parte da rotina de parte dos brasileiros, a prática ainda ocorre de forma irregular: segundo a Genial/Quaest, 47% da população inclui exercícios no dia a dia, com diferentes níveis de frequência. Nesse cenário, os aplicativos de treino ganham relevância como apoio à constância: de acordo com a Maximum Boxing, referência em equipamentos para esportes de combate, 82% dos brasileiros afirmam que, sem essas ferramentas, praticariam menos exercícios físicos do que atualmente, indicando o papel crescente da tecnologia na manutenção da atividade. Diante desse cenário, a pesquisa foi realizada com centenas de pessoas de todas as regiões do país e buscou mapear a relação dos entrevistados com plataformas de monitoramento de treinos, além de identificar como esses aplicativos são utilizados, quais são os mais recorrentes e para quais finalidades são acionados. Os resultados mostram uma alta adesão ao uso dessas ferramentas no dia a dia dos brasileiros. Nos últimos 12 meses, sete em cada dez brasileiros (70%) afirmam ter recorrido a aplicativos de treino para praticar exercícios ao menos uma vez por semana. Entre esses usuários, o uso é majoritariamente frequente: 60,4% dizem utilizar as ferramentas com alta regularidade, sendo 28,8% diariamente e 31,6% algumas vezes por semana. Apenas 10,2% relatam uso esporádico. Smart Fit lidera entre os apps de treino Com diferentes perfis de uso, os aplicativos de treino mais populares entre os brasileiros refletem a diversidade de objetivos ligados à atividade física, indo desde a organização de treinos em academias até o monitoramento de desempenho em esportes ao ar livre. Os três aplicativos mais utilizados pelos brasileiros são o Smart Fit (33,0%), o Strava (29,8%) e o Google Fit (23,8%). Enquanto a Smart Fit, aplicativo da rede de academias que auxilia no acompanhamento de treinos, é voltada ao acompanhamento de treinos em academia, o Strava se destaca entre corredores e ciclistas, e o Google Fit é utilizado para monitorar atividades físicas e indicadores de saúde. Assim como o Google Fit, aparecem outros aplicativos de monitoramento de saúde e bem-estar, como Samsung Health (18,8%) e Apple Fitness (15,6%), que registram atividades, passos, sono e outros índices. Entre as plataformas focadas em musculação e esportes ao ar livre, também se destacam Gym Rats (15,2%) e Growth – Dieta e Treino (5,4%), utilizados para acompanhar fichas de treino, evolução de cargas e planejamento alimentar. Já os aplicativos de treinos guiados incluem o Queima Diária (11,8%), voltado para exercícios em casa, e o Adidas Training (10,6%), que oferece planos de treinamento para diferentes objetivos. Junto com o Strava, está o Nike Run Club (8,8%) que aparece entre os aplicativos especializados em corrida, oferecendo planos de treino e acompanhamento de desempenho para corredores. |
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| Esse uso diversificado ajuda a explicar os motivos que levam à adoção dessas plataformas. Segundo a pesquisa, a principal razão é criar e manter uma rotina de treinos, citada por 56,4% dos entrevistados. Em seguida, aparecem o registro da evolução física (55,8%) e a busca por melhorar o desempenho (53,8%). Em um segundo nível, surgem fatores como incentivo para não desistir (34%) e participação em desafios e estímulos oferecidos pelos aplicativos (28,6%), indicando que o valor percebido está mais relacionado à estrutura, mensuração e continuidade do treino. William Ferraz, coordenador da Maximum Boxing, fala sobre o uso de aplicativos para o mantimento de uma rotina mais ativa: “Os dados mostram que os aplicativos deixaram de atender apenas um tipo de praticante e passaram a acompanhar diferentes momentos da jornada esportiva, seja para quem busca organizar os treinos, monitorar a evolução ou melhorar o desempenho. O principal valor dessas ferramentas está em transformar a atividade física em algo mais mensurável e consistente, ajudando o usuário a criar uma rotina e manter a constância”. 10 impactos do uso de apps de treino na rotina O uso de aplicativos de treino se concentra principalmente em atividades em que o desempenho pode ser medido de forma mais objetiva, o que ajuda a explicar a liderança de musculação e academia, citadas por 60,8% dos entrevistados, e de corrida e caminhada, com 58,4%. Em ambos os casos, o acompanhamento de evolução — seja por carga, repetição, distância ou tempo — é mais direto, o que favorece a integração com ferramentas digitais. Já modalidades como alongamento e mobilidade (30%), treinos funcionais ou HIIT (24,8%) e ciclismo (14,8%) aparecem em seguida, enquanto práticas menos estruturadas ficam abaixo, indicando que a tecnologia tende a ter maior aderência quando consegue traduzir o exercício em métricas claras de progresso. Esse padrão ajuda a entender também os efeitos percebidos pelos usuários na própria rotina. Mais do que mudanças pontuais, os dados sugerem um reforço de comportamento orientado à disciplina: o principal impacto relatado é o aumento da frequência de treinos (53%), seguido pela adoção de metas mais definidas (48,8%) e pelo registro mais constante das atividades (34,6%), o que indica um movimento de maior organização do exercício físico. |
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| Em paralelo, surgem efeitos ligados à motivação e persistência, como treinar mesmo sem disposição (31,2%) e a auto percepção de um estilo de vida mais ativo (23%). Mudanças complementares, como ajustes na alimentação (17,2%) e incentivo a outras pessoas (13,4%), além de interações sociais como fazer amizades por meio do esporte (13%), também aparecem no levantamento. Para Ferraz, a frequência dos treinos impulsionada pelos aplicativos é um dos principais fatores para colocar o corpo em movimento. “Quando a pessoa consegue visualizar seus resultados, acompanhar o próprio progresso e estabelecer novos objetivos, ela encontra mais estímulos para manter a prática de atividades físicas”, complementa. “Além disso, dentro da Maximum Boxing, utilizamos estratégias de competição saudável entre os colaboradores, como forma de incentivar a participação e criar um ambiente de motivação coletiva. Essa dinâmica faz com que os profissionais se sintam mais engajados, tenham mais incentivo para se movimentar e percebam a atividade física como um hábito compartilhado, não apenas como uma meta individual”, finaliza. Metodologia Para compreender como os brasileiros estão usando aplicativos de monitoramento de treino, nas últimas semanas, foram entrevistados 500 adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais. Ao todo, os respondentes tiveram acesso a 8 questões, que exploraram as plataformas, modalidades e motivações que levam os brasileiros a utilizar a tecnologia para se exercitar. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados. Sobre a Maximum Boxing Fundada em 2019, a Maximum nasceu da escassez de produtos de qualidade da luta em pé, como Boxe, Muay Thai, MMA, Kickboxing e Karatê. Além da necessidade de assegurar mais proteção para os praticantes de artes marciais, a marca também tem como propósito incentivar as pessoas a praticarem esportes. Hoje, a Maximum Boxing já se destaca pela qualidade e diferencial dos produtos, como as Luvas de Boxe e Muay Thai, feitas em couro de Microfibra Premium e com durabilidade até duas vezes maior do que o couro tradicional. |

