Literatura pode ajudar empoderamento de crianças desde a infância

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O empoderamento na primeira infância: o que pais e mães têm feito para promover a aceitação de seus filhos? Sabemos que uma mãe é capaz de tudo para que os filhos não sofram. E é assim que pensa a mãe Claudia Kalhoefer. E a estratégia? A literatura. Ela escreveu a obra “Princesas Encaracoladas” com o objetivo de promover a inclusão de suas crianças, mas não apenas delas, de todos os pequenos que passam por bullying por causa da forma do cabelo e da cor da pele. A pauta também pode contar com a participação de mães leitoras e que usam os livros para preparar os filhos para serem antirracistas. E, claro, atualmente temos uma infinidade de livros com essa temática, de várias importantes editoras do país. Inclusive, este ano, o projeto Leia Para Uma Criança, do Itaú Social, terá livros antirracistas.

Vamos conversar sobre esse importante debate que começa já na infância?
Aguardo o retorno da sua análise para submeter o assunto na próxima reunião de pauta do veículo.

Um abraço,
Genielli
(47) 9.9756-0179

Mãe cria história para empoderar as filhas

Claudia Kalhoefer escreveu “As Princesas Encaracoladas” depois que Agatha sofreu bullying na escola por não ter o cabelo liso

Agatha, de seis anos, e Alice, de quatro, são duas meninas que amam contos de princesas. Um dia, Agatha voltou da escola triste e pensativa. Lá, ela escutou que não poderia ser uma princesa, já que não tinha o cabelo liso e loiro. Esperta e curiosa, a pequena perguntou para a mãe: “Por que ela tinha os cabelos cacheados e por que não poderia ser como as personagens dos contos? Claudia Kalhoefer não se contentou em apenas explicar o motivo também escreveu o livro infantil As Princesas Encaracoladaspara empoderar várias outras crianças a se amarem do jeito que são e respeitarem umas as outras.

Claudia sentiu a necessidade de empoderar suas meninas porque não queria que elas passassem pelo que passou na infância. Ela sofreu bullying na idade escolar por causa do cabelo e pediu para a mãe que alisasse as madeixas. Durante mais de 30 anos, utilizou vários métodos para deixar os cabelos lisos.  Ao se deparar com o drama semelhante das filhas resolveu que era a hora de educar pelo exemplo e iniciou sua transição capilar.

Acho que você também deve se amar do jeitinho que é. Com sua cor de pele, os traços do seu rosto e do seu corpo e com a beleza que seu cabelo tem. Não existe cabelo mais feio ou mais bonito. Muito menos cabelo bom ou ruim. (As Princesas Encaracoladas, p. 19)O propósito da autora foi para além do livro. Ela utiliza outras formas de interagir com meninas de cabelos crespos e cacheados. Seja por meio do Instagram @asprincesasencaracoladas ou da música. A canção Toda Cacheada, escrita pelo compositor Flávio Augusto da Silva e com participação especial de Agatha e Alice, é uma das formas que Claudia encontrou para tornar sua obra ainda mais interativa. A música pode ser conferida no link: https://youtu.be/qnXPKpbv8OU. Claudia também é mãe de Noah, de oito anos e mora em Springfield, nos Estados Unidos, com os filhos e o marido, Eric.

Ficha técnica:
Título: As Princesas Encaracoladas
Autora: Claudia Kalhoefer
ISBN/ASIN: 978-65-00-10426
Formato: 16×16
Páginas: 20
Preço:  R$ 36,90
Link de vendahttps://bit.ly/princesasencaracoladas

Sobre a autora: Claudia é uma escritora premiada que vive nos EUA com esposo e três filhos. Formada em Enfermagem e Direito também é educadora Parental pela Positive Discipline Association, colunista sobre educação infantil no Mães Mundo Afora (@maes.mundo.afora) e da Revista High Profile Magazine (@highprofilemagazine). Coautora dos livros Coletânea Mães e Coletânea Universo FemininoAcolhendo a Criança Interior e Vida a Dois. Com As Princesas Encaracoladas ganhou o prêmio de Melhor Escritora Brasileira categoria infanto-juvenil nos EUA.

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