- Alunos da Maple Bear Brasília conquistam medalhas e classificação para a segunda fase da OBA 2026
A curiosidade sobre o universo e o interesse pela ciência levaram alunos da Maple Bear Brasília a se destacarem na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) 2026. Estudantes das unidades Sudoeste e Asa Norte foram reconhecidos pelo desempenho na competição, que reúne alunos de escolas de todo o país em provas de conhecimentos sobre Astronomia e Astronáutica.
Na unidade Sudoeste, Ana Júlia, do Year 5 F, conquistou a medalha de ouro; Stella, também do Year 5 F, recebeu a prata; e Cauã e Romeo, do Year 5 E, conquistaram medalhas de bronze. Na unidade Asa Norte, João Paulo Freire recebeu a medalha de prata, enquanto Guilherme Karadari foi classificado para a segunda fase da competição.
A participação em olimpíadas científicas vai além da preparação para uma prova. Ao colocar os estudantes diante de perguntas e desafios relacionados ao universo, a competição estimula a curiosidade, a investigação e o raciocínio científico desde os primeiros anos escolares.
Para Raquel Nazário, diretora regional da Maple Bear Brasília, experiências como essa ajudam a transformar a curiosidade natural das crianças em uma oportunidade de aprendizagem.
“A Astronomia desperta uma curiosidade muito genuína nas crianças. Elas querem entender o que existe além do nosso planeta, como funcionam as estrelas e os movimentos dos corpos celestes. Quando a escola transforma essas perguntas em investigação, o aluno passa a construir o conhecimento de forma muito mais ativa”, afirma.
Segundo a educadora, o contato com desafios científicos também contribui para o desenvolvimento da autonomia e da confiança dos estudantes. “Quando uma criança se prepara para uma olimpíada, ela aprende a pesquisar, levantar hipóteses, testar seus conhecimentos e persistir diante de uma questão difícil. São habilidades que ultrapassam o conteúdo da prova e fazem parte da formação de um aluno mais autônomo e preparado para novos desafios”, explica.
Experiências que aproximam os estudantes da ciência fazem parte de uma proposta de aprendizagem que busca estimular a investigação e o protagonismo infantil. Para Raquel, o resultado alcançado pelos alunos mostra como esse contato pode despertar novos interesses.
“Mais do que a medalha, o que nos deixa orgulhosos é ver os alunos descobrindo que são capazes de ir além. Uma conquista como essa pode despertar um interesse que acompanha a criança por muitos anos e até influenciar as áreas pelas quais ela vai se apaixonar no futuro”, conclui a diretora da Maple Bear Brasília.