Homem agredido até a morte no Guará foi colaborador de campanha de Izalci e deixa legado de amigos

Compartilhe nosso Trabalho

Ricardo Menezes Silva, de 40 anos, foi assassinado, supostamente por um mal entendido em uma brincadeira sua, que teria causado a revolta de ‘amigo’

POR AMARILDO CASTRO – Embora não estivesse entre as pessoas mais conhecidas do Guará, causou revolta nas redes sociais a morte de Ricardo Menezes Silva, de 40 anos. Ele foi brutalmente assassinado no estacionamento da Feira do Guará no último dia 6 por um outro homem de 30 anos, intitulado pela própria polícia como sendo seu ‘amigo’. O agressor foi preso. Ricardo, entre seus trabalhos no Guará, foi colaborador direto da campanha do senador Izalci na cidade.

De acordo com populares que estavam por perto do local do crime, tudo teria começado por um mal entendido, quando o agressor teria dado falta de um objeto pessoal, não se saber ao certo se seria uma carteira ou o celular. Então, o homem teria acusado Ricardo de furto, mas no fundo, o homem teria dado o objeto para uma pessoa de um quiosque onde bebiam para guardar o objeto. Após uma pequena briga, o objeto foi devolvido por quem o guardou, e então Ricardo teria tirado um ‘sarro’ com o amigo, dando lhe um pequeno empurrão e pronunciando pequeno palavrão, após o objeto ter ‘aparecido’. “Você mesmo o guardou e não se lembrava, seu…”, seria a frase dita por Ricardo, e que teria criado o desentendimento, seguido de duras agressões.

Ricardo era chefe de cozinha e filho da pastora Célia Maria, moradora da QE 24. A religiosa é renomada na cidade, sua Igreja Batista fica na QE 40. Ricardo tem mais 03 irmãos, sua avó, Hiolanda é pioneira na cidade.

Ricardo estava com novo projeto, ia inaugurar seu restaurante na QE 40, e o local já estava todo equipado. Ele foi ainda morador da QE 20 por mais de duas décadas, deixou 2 filhos, Caio e Guilherme também moradores do Guará. 

Lamentações

Nas redes sociais, muitos amigos postaram homenagens, alguns enviaram depoimento para a própria reportagem do Blog do Amarildo. Cristiano Monteiro, que o conhecia de longa data, disse que “Perdi um amigo e irmão de 30 anos que tinha grandes sonhos, e um dom especial da gastronomia já era um grande chefe da cidade”.

Já o corretor de imóveis Daniel Caetano foi mais longe: “Ricardinho era uma pessoa fantástica, com um coração gigante, sempre disposto a ajudar o próximo, era uma pessoa que você poderia contar a qualquer hora, eu perdi mais que um amigo eu perdi um irmão”. “Ele era muito alegre e espalhava por onde andava essa alegria e o seu carisma. Era amando por todos e não tinha inimigos, onde chegava era bem vindo ele era muito prestativo, tinha um hobby que era cozinhar e depois acabou virando sua profissão, também tinha um sonho de ter seu próprio restaurante e quando ia realizar seu sonho sua vida foi ceifada de forma drástica”. “Fomos amigos por mais de 30 anos, morávamos na mesma quadra do Guará e fomos criando praticamente juntos, agora só ficaram as boas lembranças, a saudade e essa dor enorme”, relatou.

Daniel disse esperar que a Justiça seja feita, e o criminoso pague por esse assassinato brutal, resumiu.

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.


*